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Parodiospectiva 2017 – Uma viagem por todas as nossas produções deste ano

Publicado em: 26 de dezembro de 2017 às 15:54.

Ilustração: DDesenho de diversas cifras musicais coloridas e espalhadas pela imagem.
Galera, chegou o final do ano, em primeiro lugar recebam nossos melhores votos de um 2018 repleto de prosperidade e realizações. Agradecemos as visitas, curtidas e compartilhamentos dos conteúdos do nosso espaço.

Este é o momento de fazermos a nossa tradicional retrospectiva relembrando com vocês todas as 28 paródias deste ano e quais as motivações que nos levaram a criá-las, para demonstrarmos que cada uma delas teve sua razão de ser dentro da nossa proposta de luta pelos direitos das pessoas com deficiência de uma maneira mais leve e lúdica.
Assim, a cada quinze dias neste ano, por meio de nossas brincadeiras musicais, tentamos chamar atenção de governantes, gestores públicos e sociedade em geral, para as carências do segmento de pessoas com deficiência que costumam ser esquecidas, procrastinadas, colocadas em segundo plano ou simplesmente ignoradas.

Esperamos termos conseguido provocar algum tipo de reflexão e quem sabe alguma transformação nesses costumes. Vamos lá e boa viagem para todos!

28 Um mundo acessível: Em 15 de dezembro usamos a melodia de “Verdade chinesa” de Emilio Santiago, para propormos uma união verdadeira entre todos os segmentos de pessoas com deficiência, motora, sensorial, intelectual e múltipla, com o objetivo de somarmos forças, inteligências e experiências, para que possamos transformar o mundo em um lugar mais confortável e acessível para todos, sem exceção.

27 – Libertação sentimental: Em 1º de dezembro usamos a melodia de “Educação sentimental 2” do grupo Kid abelha e os abóboras selvagens para alertarmos sobre o perigo da pessoa com deficiência se manter em relações afetivas carregadas de chantagens emocionais e de sentimento de auto piedade. Mostramos que deficiência não é doença e que a pcd precisa lutar por autonomia para viver com dignidade.

26 – O túnel: Em 15 de novembro usamos a melodia de “Flagra” de Rita Lee para denunciarmos a bobagem daqueles que tentam fazer as pessoas que enxergam terem alguma vivência de deficiência visual vendando seus olhos ou colocando-as em ambientes escuros. Geralmente ideias de instituições picaretas que querem sensibilizar o seu bolso a fim de conseguir uma generosa doação para suas maracutaias.

25 – Leitor de tela: Em 1º de novembro usamos a melodia de “O caminhoneiro” de Roberto & Erasmo Carlos para homenagearmos os desenvolvedores dos softwares leitores de tela e sintetizadores de voz que equipam computadores, smartphones e inúmeros outros aparelhos dando plena acessibilidade aos usuários que possuem deficiência visual.

24 – Choro pacarai: Em 15 de outubro usamos a melodia de “Bebo Pacarai” de Gino & Geno para desmascararmos alguns gestores públicos, sem deficiência, que no comando de secretarias especiais voltadas às PCDs , recheiam seus discursos falsos e demagógicos com lágrimas de crocodilo.

23 – Acesso o escambau!: Em 1º de outubro usamos a melodia de “Lance legal” de Guilherme Arantes, para denunciarmos a falta generalizada de telecentros públicos com acessibilidade para pessoas com deficiência na Cidade e no Estado de São Paulo. Nosso objetivo foi chamar a atenção do governador Geraldo Alckmin e do prefeito João Doria para esse flagrante desrespeito.

22 – Bengalando: Em 15 de setembro usamos a melodia de “Nada sei” do grupo Kid Abelha, para prestarmos uma homenagem às pessoas cegas que utilizam a velha e boa bengala para seu deslocamento pelas cidades. Como já tínhamos homenageado os usuários de cão-guia, resolvemos fazer o mesmo com os usuários de bengala.

21 – roubam os tetras: Em 1º de setembro usamos a melodia de “Rolam as pedras” de Kiko Zambianqui, para denunciarmos um específico gestor público, nomeado para um alto cargo em Brasília, que se utiliza irregularmente até hoje de uma cadeira de rodas que custou quase 2 milhões de Reais ao Tesouro de São Paulo. Fruto único de um projeto que nunca gerou nenhum benefício aos tetraplégicos, essa cadeira foi o protótipo desse projeto, inacabado até hoje.

20 – Os cegos e a fundação lobista: Em 15 de agosto usamos a melodia de “O bêbado e a equilibrista, de João Bosco e Aldir Blank, para comemorarmos a existência da Lei Brasileira da Inclusão, LBI, que veio democratizar a leitura para pessoas com deficiência visual, que antes dela estava nas mãos de instituições mercenárias que vivem de fazer lobby para manter seu monopólio sobre os livros para cegos no Brasil.

19 – Esperando na esquina: em 1º de agosto usamos a melodia de “esperando na janela” de Gilberto Gil, para reivindicarmos ao prefeito da Cidade de São Paulo, João Doria, a implantação urgente de semáforos sonoros nos cruzamentos da cidade. As pessoas cegas tem o direito de ir e vir com autonomia e segurança pelas ruas e em cada travessia, sem esse recurso, correm perigo constante.

18 – Eu quero: Em 15 de julho usamos a melodia de “Eu quero apenas” de Roberto & Erasmo Carlos, para comemorarmos o aniversário de dois anos de nossas paródias agradecendo toda galera que nos dá uma força.

17 – Nós pra ele: Em 1º de julho usamos a melodia de “Um pro outro” de Lulu Santos, para darmos um recado a um personagem conhecido na cegolândia, apelidado de Alfredão, que é um daqueles que usam a exclusão das pessoas cegas para se dar bem e por isso tentam sabotar Leis e projetos que visam beneficiar esse público. Sua estratégia é usar sua influência para colocar seus paus mandados em posições estratégicas dentro dos governos e manter essa exclusão lucrativa.

16 – Fica esperto seu Alckmin: Em 15 de junho usamos a melodia de “Lindo balão azul” de Guilherme Arantes, para denunciarmos a SEDPCD, Secretaria de Estado dos direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, uma estrutura paguidérmica, obesa, demagógica e praticamente inútil, que só faz festa enquanto as PCDs se fodem.

15 – Caçarola: Em 1º de junho usamos a melodia de “Espanhola” de Flavio Venturini, para trolarmos uma inútil e grotesca invenção de um cego piauiense que idealizou talheres e pratos adaptados para cegos. Na verdade pareciam mais terrinas para cachorros. Um absurdo que não podia passar em branco.

14 – PCD transa: Em 15 de maio usamos a melodia de “Transas” de Ritchie, para informarmos ao público sem deficiência que pessoas com deficiência tem libido, preferências sexuais, taras, fetiches, desejos e fantasias da mesma forma que qualquer outra pessoa. Com isso alertamos
que a deficiência não atrapalha a vida sexual de ninguém.

13 – Tratado de marratrash: Em 1o de maio usamos a melodia de “Rua ramalhete” de Tavito, para alertarmos que a tentativa de regulamentação da Lei Brasileira da Inclusão, LBI, por meio do Tratado de Marraqueche, só tem o objetivo de acorrentar ainda mais as pessoas com deficiência visual aos grilhões de instituições especiais mercenárias que vivem e lucram com a exclusão.

12 – Paga pau: Em 15 de abril usamos a melodia de “Pão de mel” de Zezé di Camargo & Luciano, para chamarmos a atenção de algumas pessoas com deficiência, principalmente deficiência visual, que tratam com uma adoração extrema, chegando a confundir com devoção religiosa, a instituição especial pela qual passaram. Dissemos que ser grato é uma coisa, mas ser devoto é algo que ultrapassa o limite do razoável e transforma essas instituições em seres acima do bem e do mal.

11 – Dorina e O N C B: Em 1º de abril usamos a melodia de “Eu sem você” de Claudinho & Buchecha, para denunciarmos o conluio entre uma instituição para cegos e uma instituição de cegos, apontando quais os reais e mesquinhos interesses por trás dessa parceria.

10 – Teus sinais sonoros: Em 26 de março usamos a melodia de “Teus sinais” de Djavan, para comemorarmos a conquista do MUDEVI, Movimento Unificado de Deficientes visuais, de Belo Horizonte, Minas Gerais, que conseguiram a implantação de semáforos sonoros nos principais cruzamentos da cidade.

09 – Up com Down: Em 21 de março, dia internacional da Síndrome de Down, usamos a melodia de “Ilariê” cantada por Xuxa, para homenagearmos as conquistas da turma da síndrome de Down, que vem conseguindo cada vez mais respeito e inserção social, bem como a garantia de seus direitos individuais e coletivos.

08 – S.O.S. dona UOL: Em 15 de março usamos a melodia de “S.O.S. solidão” de Lulu Santos, para denunciarmos a falta de acessibilidade nas máquinas de cartão de crédito modelo Touch screen, usando como exemplo a moderninha, da empresa UOL. Informamos que sem um recurso de acessibilidade no teclado virtual, as pessoas cegas não conseguem digitar sua senha e efetuar seus pagamentos nesses dispositivos.

07 – Nova onda: Em 1º de março usamos a melodia de “Wave” de Tom Jobim, para reivindicarmos paz entre pessoas com deficiência e o mercado editorial. Informamos que após a LBI não tem mais sentido judicializar uma relação que precisa ser simplesmente de mercado e benéfica tanto para consumidor quanto para produtor de livros.

06 – Festa do cego leitor: Em 22 de fevereiro usamos a melodia de “Festa do interior” de Moraes Moreira, para comemorarmos a liberdade de escolha com relação a leitura das pessoas com deficiência visual após a entrada em vigor da Lei Brasileira da Inclusão, LBI, em janeiro de 2016.

05 – É preciso audiodescrever: Em 15 de fevereiro usamos a melodia de “É preciso saber viver” de Roberto & Erasmo Carlos, para denunciarmos que o site oficial da SEDPCD, Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, não oferece audiodescrição nos vídeos ali exibidos. Um absurdo que um órgão público que nasceu para lutar por acessibilidade e inclusão cometa uma incoerência dessas.

04 – ESPM inclusão na prática: Em 1º de fevereiro usamos a melodia de “O último romântico” de Lulu Santos, para homenagearmos a Escola Superior de propaganda e Marketing e sua inovadora e fantástica política de inclusão e acessibilidade voltada às pessoas com deficiência.

03 – Esse tal de DAISY: Em 15 de janeiro usamos a melodia de “Essa tal liberdade” do grupo Só pra contrariar, para denunciarmos a porcaria dos livros em formato DAISY, que algumas instituições especiais tentam vender como a solução para a acessibilidade aos livros às pessoas com deficiência visual. Uma falácia que precisa ser denunciada.

02 – Em frente: Em 7 de janeiro usamos a melodia de “O frete” de Renato Teixeira, para homenagearmos a luta de Humberto Pires do Carmo, conhecido entre os cegos como Bebeto Pires. Um lutador incansável pela inclusão e visibilidade das pessoas com deficiência visual no Brasil.

01 – só enganou: em 1º de janeiro usamos a melodia de “Nada mudou” de Léo Jaime, para criticarmos o fato da SEDPCD, Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo estar completando 9 anos de existência e também de inutilidade. Aproveitamos para lembrar que o até então secretario adjunto da SEDPCD, Cid Torquato, estava assumindo a SMPED, Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e mobilidade reduzida. Desejamos-lhe boa sorte e dissemos-lhe que estaríamos de olho.

É isso galera! Esperamos que tenham gostado da viagem, curtido e compartilhado nossas produções e até 2018!!!

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