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As cotas da estrada – Paródia sobre o ataque dos monoculares contra a LBI e a Lei de Cotas

Publicado em: 16 de abril de 2019 às 11:56.

Da música “As curvas da estrada de Santos” de Roberto Carlos.

Contextualização: Galera, urgente!! papo sério e reto!! A Lei Brasileira da Inclusão vem sofrendo ataques constantemente. São grupos de pessoas que querem ser equiparadas as pessoas com deficiência para efeito de participação nas cotas para concursos públicos e nas cotas de emprego na iniciativa privada. O PLS 1.615/19, do senador Rogério Carvalho (PT), e o PL 1.266/18, do deputado federal Carlos Henrique Gaguin (DEM), tem o mesmo objetivo de equiparar pessoas com visão monocular as pessoas com deficiência visual. O PL 23/2016, do ex-deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PP), em fase final para promulgação na Câmara, equipara pessoas com surdez unilateral as pessoas com deficiência auditiva. Tem projeto de lei que iguala as pessoas com gagueira e até as LGBTQ às pessoas com deficiência, e assim por diante. Caso esses projetos sejam aprovados, esses grupos estarão credenciados a participarem de concursos públicos na cota de PCDs, bem como as empresas privadas poderão contratá-los para o preenchimento de suas cotas. E falando sério aqui, qual o empresário que podendo contratar uma pessoa como PCDs, que apenas não enxerge de um dos olhos ou não escute de um dos ouvidos, vai querer contratar um cego, um surdo, um cadeirante ou uma pessoa com deficiência intelectual?! Assim, esse problema afetará a todas as pessoas com deficiência, sem exceção. Entendemos a dificuldade das pessoas com visão monocular para as questões de profundidade ou tridimensionalidade, mas enxergar normalmente de um dos olhos, não se pode comparar, nem de longe, com quem não enxerga nada! Então, Se nós, PCDs, não fizermos corpo a corpo junto aos nossos parlamentares, perderemos feio esse cabo de guerra. E depois de perdido galera, só nos restará lamentar e chorar na cama que é lugar quente!!!
#pracegover
O vídeo desta paródia é composto por uma sequência de cenas de competições de cabo de guerra entre militares. Cabo de guerra, para quem não sabe, é uma competição de força onde dois times, posicionados em lados opostos de uma corda ou cabo de aço, empregam força contrária e simultânea, para ver quem consegue puxar o time adversário para frente até um determinado limite. A letra da paródia é exibida como legenda.

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Muita responsa – Paródia comemorando o dia internacional do cão-guia

Publicado em: 15 de abril de 2019 às 0:13.

Da música “Velha infância” dos Tribalistas.

Contextualização: Em toda última quarta-feira do mês de abril, neste ano no dia 24 de abril, é comemorado o dia internacional do cão-guia para pessoas com deficiência visual. Todos sabemos que o cão é o melhor amigo do homem, mas nesse caso, Esses cães são mais do que amigos para as pessoas cegas, são animais extremamente dóceis e adestrados para se tornarem ferramentas de interação e inclusão social para essas pessoas. Em todos os lugares do mundo, auxiliando as pessoas com deficiência visual a superarem obstáculos e barreiras por falta de acessibilidade, os cães-guia cumprem seu papel guiando e facilitando o ir e vir dessas pessoas. Ampliando a segurança no deslocamento da pessoa cega, o cão-guia a conduz desviando não apenas de obstáculos no solo, mas também de obstáculos elevados, como placas, telhados, troncos e galhos de árvores, entre outros perigos presentes nas calçadas das cidades e que não podem ser detectados somente pelo uso da bengala longa. Por tudo isso e muito mais, deixamos nossos parabéns a todos os envolvidos no desenvolvimento desses animais, centros de criação e formação , adestradores, famílias socializadoras, entre outros. Infelizmente no Brasil a criação e o desenvolvimento de cães-guia ainda é insignificante, gerando filas de espera intermináveis de pessoas para receberem um animal desses. Isso acaba forçando os interessados a viajar para o Exterior para obterem êxito na aquisição. Porém, isso acaba beneficiando apenas pessoas com poder aquisitivo elevado, em função dos gastos com viagens e estadias fora do país. Portanto, esperamos que o governo brasileiro acorde para a importância dessa tecnologia na vida das pessoas cegas e, em parceria com a iniciativa privada, possa estimular o surgimento de mais centros de treinamento para que todas as pessoas interessadas possam conseguir seu cão-guia com facilidade, agilidade e baixo custo. No entanto, isso não acontecerá sem a pressão das próprias pessoas com deficiência visual junto aos governantes e parlamentares que precisam ser provocados e sensibilizados para esse fato.
#pracegover
O vídeo desta paródia é composto por dois trechos de filmes mostrando o trabalho da dupla cão-guia/pessoa cega. A letra da paródia é exibida como legenda.
Trecho 1. Mostra um rapaz deficiente visual, vestindo calça social preta, camisa em tom de vermelho e sapato preto, e usando uma mochila preta nas costas, sai de um condomínio, sendo guiado por um cão guia adulto, de pelagem bege claro e da raça Labrador. O rapaz é acompanhado por uma moça, loira, de cabelos compridos, talvez uma jornalista, que conversa com ele, durante o trajeto. Eles caminham pela calçada, param em um sinal semafórico e chegam a um ponto de ônibus. Os três entram em um ônibus, e o rapaz fica com o cão, na área destinada a eles. Ele se senta e o cão fica embaixo do banco. Após descerem do ônibus, os três caminham até o local de trabalho do rapaz. Entrando no prédio, param em frente a um totem e depois pegam o elevador e se encaminham até a sua mesa de trabalho. Pela facilidade com que andam juntos, percebe-se o grande entrosamento da dupla.
Trecho 2. Mostra uma moça jovem, com cabelos castanhos, compridos e presos num rabo de cavalo, vestindo camiseta, bermuda e tênis, tudo em cores claras, sendo guiada por um cão guia jovem, de pelagem bege claro e da raça Labrador. Eles andam em uma área coberta e restrita, com vários obstáculos no trajeto, tais como: portão com cerca, degraus e mesas. Enquanto eles fazem o trajeto, são observados, a distância, por algumas pessoas e, também são monitorados por um rapaz que vai à frente deles, dando instruções à jovem.
Pelo andar cuidadoso e relutante da jovem, deve ser o primeiro ou um dos primeiros contatos da dupla. Fim.

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