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PCD transa – Paródia sobre vida sexual de pessoas com deficiência

Publicado em: 15 de maio de 2017 às 4:24.


Ilustração: Desenho de dois coelhinhos copulando. O coelho macho é azul e está por cima da fêmea que é cor de rosa.
Da música “Transa” de Ritchie
Contextualização: Em pleno Século XXI, nós, pessoas com deficiência, ainda somos abordados nas mais diferentes situações, por pessoas curiosas e extremamente mal informadas, que nos fazem perguntas sobre nossas atividades sexuais. Muitos pensam que somos assexuados, anjos ou que não nascemos providos de genitálias e muito menos libido. Por isso fizemos essa paródia para dizer que é tudo igual, em termos de vida sexual, com vontades, desejos e práticas como a de qualquer ser humano. Não somos especiais, não somos de outro planeta e não estamos mortos!! Pessoas com qualquer deficiência, motora, sensorial, intelectual ou múltipla podem e devem ter direito a uma vida sexual ativa, livre, plena e satisfatória. E diga-se de passagem, sexo é bom demais!! Assim, no lugar de ficar nos perguntando se fazemos sexo e de que maneira fazemos, que tal nos convidar para fazer e descobrir na prática?!! Se não tivermos compromisso com outra pessoa e se você for uma gracinha… quem sabe rola!!!

Letra adaptada:

Gente com deficiência transa
E quem já fez gostou
Que delícia, que loucura, só prazer
Fazer amor.
Se você pensa que isso broxa, vai
E transa
Perde a conta, vai pedir por mais
Nossa transa é demais.

E quando se quer mais
Ficamos no vem e vai
A gente quer mais
Tamos ai, voraz.

Que inferno, tão difícil pra entenderem
Que cego faz amor
E o cadeirante, tão esperto, tem tesão
é um baita sedutor.
Se você pensa que isso broxa, vai
E transa
Perde a conta, vai pedir por mais
Nossa transa é demais.

E quando se quer mais
Ficamos no vem e vai
A gente quer mais
Tamos ai, voraz.

Se você pensa que isso broxa, vai
E transa
Perde a conta, vai pedir por mais
Nossa transa é demais.

E quando se quer mais
Ficamos no vem e vai
A gente quer mais
Tamos ai, voraz.
E quando se quer mais
Ficamos no vem e vai baby, vem e vai
A gente quer mais
Tamos ai, voraz… voraz.

Ouça a música original em:

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Tratado de Marratrash: Paródia sobre O lixo de tratado da ONCB e OMPI

Publicado em: 1 de maio de 2017 às 6:08.



Ilustração: Imagem dupla sendo do lado esquerdo a última página do Tratado de Marraqueche, exibindo as assinaturas no documento. Do lado direito, uma lata de lixo contendo alguns papéis dentro e fora ao seu redor. Quisemos demonstrar que esse tratado precisa ser jogado no lixo porque não serve para nada além de atrapalhar a vida das pessoas cegas brasileiras.
Paródia de “Rua ramalhete” de Tavito
Contextualização: Novamente falamos do jurássico Tratado de Marraqueche. Afinal, devemos sempre chamar a atenção de todos para a desgraça jurídica que significará a promulgação desse tratado, isto é, um retrocesso ao início da década de 90 em termos de direitos humanos das pessoas com deficiência visual no Brasil.. Até porque ele não é um documento sobre direitos humanos, mas sim, um tratado comercial da OMPI, Organização Mundial de defesa do direito de Propriedade Intelectual. O único propósito da meia dúzia de patifes da ONCB, Organização Nacional de Cegos do Brasil, que articularam a aceitação desse tratado em comluio com a OMPI, é o de usá-lo como subterfúgio para modificarem a Lei Brasileira da Inclusão, LBI, Artigos 42 e 68. Esses patifes defendem a segregação da leitura para pessoas com deficiência visual e a LBI libertou essas pessoas das coleiras de instituições mercenárias. O truque é claro, ou seja, com a ratificação do Tratado, vai se forçar uma criminosa regulamentação dessa lei, alterando nela os textos dos artigos 42 e 68. Porém, esses canalhas não contavam com a força e a indignação cívica de algumas pessoas cegas no Brasil, que faremos nossa voz ressoar muito alto ao gritarmos todos juntos… Não ao Tratado de Marrakeche!!! Não à regulamentação criminosa da LBI!!!

Letra adaptada:

Pra foder foram aprovar
O Tratado de Marraqueche
documento tão mequetrefe
Grandes patifes

Nele o cego que quiser
Pegar livro, só na Dorina
Voltaremos pra brilhantina
desigualdade

O que fazer, resta lutar
Ou aceitar ir pro passado
Tempo que cego bom era cego super conformado
Vamos gritar, por pra quebrar
Não aceitamos mais esmola

Não vão regulamentar a LBI!
Pois nossa inclusão não pode regredir!

Bis

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