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As cariocas imaginodescritas!! A Vingativa do Meyer parte 2/3

Publicado em: 31 de outubro de 2010 às 16:20.

Ilustração: Foto de Adriana Esteves e Airton Graça protagonistas da novela

Click aqui para conferir o vídeo imaginado

Cena: O narrador introduz a cena dizendo que um professor de ginástica está arrastando a asa pra Celi; ao fundo o professor diz que é seu aniversário e que faz questão que ela compareça; Celi diz que vai fazer uma força; o som de fundo é de pessoas conversando, som de ambiente público e movimentado; som de pessoa se movimentando, abrindo porta, caminhando; som de televisão ligada; ganido de cachorro; som de passos; som de porta abrindo; alguém gemendo; Celi grita que o marido está passando mal e que vai chamar uma ambulância; Djalma grita que a mulher está doida, que precisa de um tratamento; Celi diz que imaginou que ele estivesse passando mal; ela pede desculpas; ela sugere que ele coma alguma coisa; ele diz que não tem tempo pra isso; ganido de cachorro; ela fala que para a outra ele tem tempo; ela pergunta há quanto tempo eles não fazem nada; diz que desde o seu aniversário há seis meses; Djalma se desconversa e diz que vai trabalhar; som de porta se fechando.

Cena imaginodescrita: Bom, aqui certamente aquele professor assanhado deve ter ficado olhando pro corpão da Celi enquanto falavam e caminhavam em público, talvez no pátio da escola na qual trabalham. Ah se ele soubesse que ela tem rabo de peixe! Vamos deixar pra ver se ele ainda vai descobrir isso. Depois imagino que a Celi chegou em casa e ouviu o Djalma no banheiro fazendo uns barulhos, tipo gemendo alto. Ela pensou que ele estivesse morrendo, mas na verdade era apenas efeito de uma dobradinha que não tinha caído muito bem. Éééééécaaaaaaaaa dona Globo, olha o nível!! Puts, até um cachorro, que não sei de onde saiu, denunciou a nhaca ganindo daquele jeito. Enfim, esperem que vou pulverizar um pouco de bom ar nessa cena e vamos pra outra. Ah, desculpem , esqueci de imaginar o figurino dos atores, vamos lá: A Celi estava de vestidinho verde e colado no corpão quando falava com o Professor de ginástica. O professor vestia uma camiseta mamãe quero ser gay e uma bermudinha colada; O Djalma estava apenas de cueca azul clara, meio desbeiçada e cheia de bolinhas, camiseta baby look branca e segurava um rolo de papel higiênico nas mãos.

Cena: Celi conversa com Denise sobre sedução de maridos; som de ambiente fechado; a amiga recomenda que pra acordar marido nada melhor do que ciúmes; indica uma roupa bem sexy pra ela usar; falam de decote e pernas de fora; Celi experimenta alguma roupa; Denise diz que ela vai arrasar; falam de brincos grandes; Denise fala que mulher que não gosta de brincos grandes é porque não gosta de sexo também; Celi pede o maior brinco da amiga.

Cena imaginodescrita: O vestido que a amiga recomenda pra Celi é realmente muito bonito. Lilás e com listras cor de abóbora na vertical. Pelo que falaram do decote e das pernas de fora, imagino que o decotão deve ir até o umbigo e o cumprimento não deve passar a linha do quadril. Puts, mas ai fica aparecendo a calcinha?! Bom, se é para seduzi, a Celi está apelando mesmo. Agora o brincão foi de lascar, quando a amiga disse aquele negócio sobre ser assexuada por não gostar de brincos grandes, a Celi pediu um dos maiores que Denise tinha, era uma espécie de cúpula de abajur vermelha, que a Celi pendurou apenas em uma orelha, a cabeça ficou meio penca, mas tudo bem, vale tudo pra dizer que adora sexo!! Oba, pelo jeito vai rolar!! Te cuida Djalma!!

Cena: O narrador fala de Celi saindo à noite; som de passos pela rua; som de carros passando; som de copos; som de música ao fundo; Celi fala que o pessoal está demorando; o Professor de ginástica convida para conhecer a sua casa, principalmente o quarto; fala que ele cancelou a festa quando soube que ela viria porque queria ficar sozinho com ela; diz que ele é louco por ela há tempos; o narrador fala algo sobre moralidade, culpa e inocência de Celi; Celi grita: Tarado!! Eu não vim aqui pra isso!! Safado!! Som de passos; som de porta abrindo; Celi fala: Homem só pensa em sexo mesmo!!; som de porta fechando com força; Celi chega em casa gritando pelo marido Djalma; diz indignada que ele nem notou que ela estava fora de casa; diz: Eu poderia ter sido estrupada!!, Será que você é homem mesmo Djalma?!; som de passos; som de porta fechando com força.

Cena imaginodescrita: Celi vai à noite até a casa do Professor de ginástica a fim de provocar ciúmes no marido. Ela vai com aquela roupa que a Denise sugeriu, vestido de listras horizontais curtíssimo, deixando aparecer a calcinha, brinco de abajur e saltão. Dentro da casa do Professor os dois conversam bebendo alguma coisa. Ele veste um casacão preto. O ambiente é bem pobre, acho que o teacher está ganhando mal pra burro. Escuta-se apenas o som tímido de um rádio de pilha sobre a estante da sala. Na estante vemos poucos livros, um dos pés está quebrado e uma lata de leite ninho serve de escora. Uma cortina bem surrada na janela, um quadro da Santa Ceia na parede, um pôster do Santos, puts, ainda bem que o cara é santista, menos mal e as paredes são pintadas de roxo. Sobre a mesinha da sala um litro de vinho quinta das videiras e dois copos de requeijão comportando a bebida dos dois.

Quando a coisa esquenta, o professor apaixonado retira o casacão e deixa Celi ver que ele está somente de cueca. A peça é branca e tem uma fotografia do superman na parte da frente com os dizeres: Para o alto e avante!. Puxa vida, eu também tenho uma dessas! Afinal Nunca se sabe quando precisaremos de uma força moral não é mesmo?! De qualquer jeito, Celi não está nem ai para super heróis, dá uma bolsada na cara do professor e em seguida sai esbravejando e batendo a porta. Quando chega em sua casa, acha o maridão dormindo e grita daquele jeito com ele, pudera Né, deixar um avião desses dando sopa pra marmanjo por ai!! Te cuida Djalma!!

Cena: Som de telefone tocando; alguém atende e diz que a Celi está ali; é a mãe de Celi atendendo o Djalma; ela desliga e Celi pergunta se o marido estava com ar de saudade; a mãe diz que ele é muito controlado; o pai de Celi recomenda que ela bote chifres no marido; Celi diz que o Djalma não tem tempo pra nada, que vive trancado dentro do quartinho de próteses; o pai diz para ela desconfiar daquele quartinho; Celi diz que o marido está precisando de uns chifres mesmo; mudança de ambiente, Celi pergunta para alguém se o marido já saiu; som de chaves; alguém diz que vai providenciar a cópia; som de porta abrindo; som de alguém remexendo em coisas, derrubando coisas; som de alguém remexendo e folheando papéis; o narrador diz que Celi descobre algo, que o marido está se satisfazendo sozinho. Intervalo.

Cena imaginodescrita: Pelo jeito Celi passou a noite na casa dos pais. Depois de escutar os conselhos da mãe e do pai, principalmente do pai, ela resolve que está disposta a presentear o marido com uma peruca de touro. Vai para casa e estimulada pelo pai resolve arrombar o quartinho de trabalho noturno de Djalma. Contrata um chaveiro e entra no quartinho na ausência do marido. Começa a revirar as coisas e encontra uma revista G-Magazine. Folheia a revista e nota aqueles saradões posando para o deleite dos bambis de plantão. No exato momento Celi descobre que o marido na verdade é uma tremenda boneca. Deduz que ele fica trancado no quarto e no lugar de fazer dentaduras, na verdade fica é trincando os dentes de vontade de transar com aqueles saradões da revista. Nossa!! O Djalma é gay?!! Tava meio na cara Né? Dispensando aquele avião de mulher, só podia gostar de outra fruta mesmo. E agora dona Celi, qual será sua vingança?!! Puts, não quero perder o próximo capítulo!! Adoro cenas de sangue!!

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